13 de jul. de 2011

ENTRE BARCOS, AMIZADES E UM POUCO DE AVENTURA!



"Hey, quer uma garrafa de Rum?" perguntou o pirata ao seu tripulante. Sem saber o que fazer, o mais novo companheiro de aventuras de Barba Ruiva tomou seu primeiro gole da bebida preciosa e sentiu fluir por suas veias uma mistura de nostalgia e excitação. Navegar pelos 7 mares era uma tarefa difícil, mas ele estava destemido a enfrentar qualquer perigo que aparecesse pela frente desde então.

Ops! Estava tão distraído com essa história de piratas que nem me dei conta de que isso é um post. Estava lendo o post da minha querida amiga Vanessa Mayumi sobre as aventuras de Jack Sparrow e me bateu uma vontade de escrever sobre as aventuras de um capitão bastante peculiar. Muitos criticam ou criticavam os traços deste anime por serem muito fora dos padrões, julgando o livro pela capa, sabe? Bem, eu era um desses, mas minha opinião mudou quando comecei a acompanhar a série.

Luffy e seus amigos me tomaram horas! Como comecei o anime no auge dos seus 450 episódios lançados, passava bastante tempo, as vezes o dia inteiro assistindo episódios, um atrás do outro, procurando cada vez mais me aprofundar na história, que na minha opinião é uma das melhores de que já tive conhecimento. De nada ruim, mestre Oda, agradeço a você por criar algo com enredo tão envolvente e peculiar, um mangá sem igual.

Não me prendi apenas ao anime, mas procurei acompanhar o mangá também e para minha felicidade é tão bom quanto. One Piece não é apenas uma história de piratas, mas sim um romance onde cada personagem tem sua história bem elaborada, onde a linearidade dos acontecimentos é tão perfeita que envolve o leitor ou telespectador de tal maneira, mesmo os traços sendo estranhos e particulares. A arte da história começa a ser tão realística, que todas aquelas críticas feitas anteriormente se diluem no oceano formado pelo enredo fantástico de cada fato apresentado.

Tudo começa lá no East Blue (Para quem não sabe, este é um dos 4 oceanos fora a Grand Line), quando Monkey D. Luffy começa juntar tripulantes para sua aventura. Zoro, Nami, Usopp e Sanji são os primeiro a se juntarem aos Chapéu de Palha, cada um com seu sonho, dizendo que só iriam ajudar Luffy a se tornar o Rei dos Piratas para realizarem os próprios objetivos. Porém a simplicidade desse líder acaba fortalecendo um laço muito poderoso entre esse povão, a amizade (Bem, não sei, mas geralmente os animes e mangás japoneses que fazem muito sucesso colocam seus protagonistas com esteriótipo bastante parecido, meio clichê, mas todos gostam, não!?). Mas esses desordeiros não pararam por ai, percebem que sozinhos não iriam a lugar algum e que precisavam ficar mais fortes. Chopper, Robin, Franky e Brooke ao decorrer da trama foram incorporados a tripulação, sendo também envolvidos com essa empatia de Luffy. Além de mostrar a forte amizade entre os membros do grupo, temas como o homossexualismo, a tirania de governos e a repressão que alguns grupos sofrem também é abordada pela história, ou seja, muito da realidade pode ser encontrada nesse incrível mundo que é One Piece!

E a maior lição de moral que podemos tirar dessa incrível história é que ninguém consegue viver sozinho, que nós dependemos um do outro para evoluirmos como pessoa. Cada membro dos Chapéu de Palha representa virtudes e defeitos distintos, mas são esses que dão base a uma amizade sólida e duradoura. Do que adianta ser sozinho, se você pode uma pessoa melhor na presença de verdadeiros amigos? Do que adianta viver na mesmice, se pode conviver com pessoas diferente que lhe oferecerão novos campos para explorar? Como em One Piece, um pouco de cada faz um todo e tirando todos os preconceitos da frente é que se faz uma verdadeira tripulação.

Ai, desculpem-me, mas viajei mesmo! Acho que de toda história podemos tirar um proveito, algo que se pode aplicar na vida real. Tendo essa visão, quase qualquer coisa pode se tornar útil e agradável. Bem meus amigos, uma grande abraço e continuemos navegando nesse grande oceano que é a vida!

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