11 de jul. de 2011

BRINCANDO DE DEUS!



Iria começar este post me apresentando, mas acho melhor deixarmos isso para depois, conhecerão-me em breve, até por que minhas colunas ainda não foram implantadas, mas não resisti a tentação de estar escrevendo a vocês, meu maravilhoso público.

Não sei vocês, mas eu sempre gostei da ideia de ser um Deus, alguém tão poderoso a ponto de poder manipular a vida de uma civilização ou mesmo de uma família feliz. Hoje em dia isso é possível graças os jogos de simulações, que nos alegram e fazem o tempo passar nos momentos de tédio. Por isso vou falar um pouquinho sobre um jogo que marcou minha vida, que me proporcionou bastante diversão nos momentos ociosos.

Tudo começa nos meados de 2000, quando o grandioso Will Wright da vida a um jogo que faria grande sucesso no futuro. Já era autor de jogos deste tipo, mas esse veio ao mundo para marcar gerações. Quem havia pensado em criar um simulador da vida real? Que daria possibilidade de controlar a vida de uma pessoa, suas ações, seu destino? Não sei, mas ainda bem que o danado pensou e colocou em prática. Surgia então o jogo que infectaria o mundo com sua simplicidade. The Sims veio para mexer com a imaginação dos jogadores, a criação dos personagens, de seu lar e a existência dos empregos mais inusitados é a marca registrada do jogo desde seus primórdios.

Com o tempo o mundo evoluiu e paralelamente The Sims também. Com gráficos mais arrojados e jogabilidade melhorada, The Sims 2 é lançado, contendo novidades que deixaram o jogo ainda mais interessante. Mais parecido com a vida real, os Sims nasciam e morriam e tinham suas próprias aspirações, dando mais personalidade aos nossos amigos virtuais. Muitas expansões foram feitas, para ser mais específico 8 foram criadas, as quais permitiam montar o próprio negócio ou até ter um animal de estimação. A série não parou de crescer, aficionados pela busca do jogo mais real possível, The Sims 3 surge com diversas possibilidades até então não aplicadas na versão anterior. Andar pela cidade livremente, ter Sims únicos e casa totalmente personalizadas eram luxo? Agora tudo isso se tornou possível. Suas expansões são bastante divertidas, vários empregos e lugares foram implementados, além de vampiros e múmias existirem. Sempre quis ser um artista marcial ou caça fantasmas? Agora pode. A interatividade proporcionada pelo simulador chegou a tal ponto que devemos tomar cuidado para não confundir a vida real do nosso isolamento virtual.

Mas The Sims não morre por ai, há um tempo atrás The Sims Medieval é lançado, dando uma aparência de RPG ao Jogo. Ser um guerreiro ou mago já é possível, conquistar outros reinos também. Para você ver como é fantástico o simulador, um filme sobre o simulador será feito com previsão de lançamento em 2012 (Quando o mundo acabar, não?) Não sei onde isso vai parar, mas a única coisa que me atrevo a falar é que a série não vai parar de nos divertir e de explorar nossa imaginação como nenhum outro jogo!

3 comentários:

Muito bom o texto. E assim como você, também me diverti nas horas vagas com o The Sims. Vale a pena passar um tempinho brincando de ser Deus.
(Cielo)

Oh The Sims, quantas horas ja passei jogando tu,, grande jogo mesmo, mais o legal dele, nao e nem o seu sistema inovador de simulaçao virtual, mais sim a sua grande historia de um programa que foi feito para ser de Design que virou um marco dos gammers, mais um otimo exemplo de brincar de Deus, e o jogo Black And Withe mais otimo texto \o

Nunca tive paciência de jogar The Sims,mas quem tem paciência cria grandes nações, minha mãe é viciada em Mega City, imagine se ela conhecer The Sims vai ser um vicio só.